19.7.06

GRANDES GOLEADAS

Já lá vai o tempo em que as goleadas de dois dígitos eram uma constante nos jogos internacionais.
Hoje, por vários motivos, elas não são tão frequentes, o que é um bom sinal para a evolução da modalidade, mas não deixa esconder algum saudosismo de tempos em que Portugal esmagava grande parte da concorrência com resultados copiosos.
Recordemos quais foram as três maiores goleadas da selecção nacional nos últimos trinta anos:

1ª Portugal-Guatemala 52-1 (Mundial de 1982 em Barcelos)
2ª Portugal-Rússia 45-1 (Europeu de 1994 no Funchal)
3ª Portugal-Áustria 37-0 (Europeu de 1998 em P.Ferreira)

Como se vê, todas estas grandes goleadas surgiram em território nacional (embora vários resultados na casa dos vinte fossem obtidos no exterior), e todas elas em competições nas quais Portugal arrecadou a vitória.
Como curiosidade diga-se que no Europeu do Funchal Portugal conseguiu os seguintes resultados na primeira fase, para além da goleada à Rússia: 30-1 à Bélgica, 9-1 à Holanda e 28-0 à Inglaterra, portanto 112 golos em quatro jogos apenas. Neste torneio a Espanha bateu a Rússia por 61-0, o que penso tratar-se de um record absoluto, algo que poderei futuramente confirmar.
No jogo com a Guatemala em 1982, infelizmente o único não televisionado de todos os jogos da nossa selecção naquele inolvidável torneio, recordo-me da particularidade de um só jogador ter conseguido metade dos golos: José Virgílio, avançado do Benfica (que também passou pelo Hóquei italiano), obteve só à sua conta 26 golos (!!!) nessa partida, tornando-se desde logo, o melhor marcador da prova.

3 comentários:

  1. Anónimo12.8.06

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  2. Anónimo17.8.06

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  3. Anónimo1.10.08

    Só para dizer que o Portugal-Guatemala de 1982 foi jogado em Lisboa, no Pavilhão dos Desportos, num final de manhã.
    Assisti a essa partida e foi um espectáculo inesquecível, embora pouco tivesse a ver com desporto. Os guatemaltecos com umas camisolas às riscas verticais (julgo que emprestadas por algum clube português) tinham dificuldade em aguentar-se de pé. mesmo assim marcaram um golo ao Franklim. O público aplaudiu de pé.

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