
É verdade que os Estados Unidos não ofereceram grande resistência, mas se nos lembrarmos que estes mesmos norte-americanos venceram Moçambique, que tantas dificuldades causou a Portugal, entenderemos de imediato o indesmentível acréscimo exibicional do conjunto orientado por Paulo Baptista nesta terceira jornada.
De certo espicaçada pelas cinzentas actuações anteriores, a selecção nacional entrou de rompante, e ainda não tinha decorrido o primeiro minuto de jogo já se tinha colocado em vantagem por intermédio de Tó Silva. Até ao intervalo Portugal marcou mais sete golos, ficando ainda a dever a si próprio mais uns quantos, sobretudo em lances protagonizados por um infeliz Rui Ribeiro.
Na segunda parte a equipa das quinas, com os seus objectivos mais do que alcançados, limitou-se a gerir o esforço, seguramente a pensar já nos quartos-de-final, que lhe trarão naturalmente outro tipo de problemas.
Em termos individuais o destaque vai para Caio, autor de 4 golos e de uma exibição

Nos outros grupos, uma vez mais, tudo decorreu como o previsto. Nenhuma surpresa.
Agora venha então a anfitriã Suiça, com a qual todos os cuidados são poucos. Amanhã (quinta) às 19.00 portuguesas na RTP2
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